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Quem checa muito o celular pode estar contribuindo com a crise econômica; entenda

Situação é preocupante

Pesquisas recentes estão indicando que a produtividade dos cidadãos trabalhadores estadounidenses tem desacelerado nos últimos anos, crescendo, em média, 0,3% por ano, entre 2010 e 2015. Os economistas têm diversas hipóteses para esse fenômeno, a mais aceita é o declínio da inovação tecnológica depois da grave crise de 2008.

O professor de ciências da comunicação da Universidade de Georgetown, Cal Newport, culpa os apps de comunicação de ‘acabarem’ com a produtividade dos trabalhadores: “O período entre 2010 e 2015 é exatamente quando o smartphone passa a ser popular e, com isso, novas expectativas sobre conectividade constante migrou para o local de trabalho”, afirma.

Na teoria de Newport, o cérebro humano não responde bem aos recursos de multitarefa e a verificação constante do aparelho celular atrapalha muito o foco na atividade principal que está sendo realizada e, por isso, há uma queda brusca na produtividade.

“Só porque a conectividade constante tornou-se a abordagem padrão para o trabalho, não significa que é boa”, afirma. “Chegou a hora de dar um passo para atrás deste mundo orientado na caixa de entrada que nós criamos e se perguntar: ‘Isso faz qualquer sentido?’”.

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