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Todo brasileiro terá acesso à internet com nova lei

Com nova lei mais brasileiros terão acesso à internet

Atualmente apenas metade da população do Brasil tem acesso a internet, isso porque somos um país onde já se tem mais de 200 milhões de pessoas, para essas 100 milhões que restam, o governo do Brasil irá implementar novas leis para que toda a população do país tenha o acesso livre a internet.

Segundo o jornal Folha de São Paulo, o governo do país pretende mudar toda a lei Geral de Telecomunicações, com isso a internet chegaria até mesmo naqueles lares mais escondidos do país. Esse novo sistema se encontra em análise entre os governantes mas já é nada como certa, o projeto ganhou o nome de  “internet universalizada”.

Opção 1: novo regime de concessão

Neste modelo, o regime atual, limitado apenas à concessão de telefonia fixa, seria completamente desfeito. Isso significa que todos os serviços de telefonia fixa e de celular, bem como a internet e a TV paga, passariam a ser completamente privados, através de autorização.

A mudança traria partes boas e ruins. Por um lado, as empresas teriam maior liberdade de ação, uma vez que podem dar prioridade para áreas mais rentáveis ou com maior procura. Por outro, isso também significa que, diferente do modelo de concessão, as empresas não teriam mais que cumprir as metas de qualidade e cobertura estabelecidas pela Anatel.

Opção 2: alterando o regime de concessão antigo

Seguindo um caminho mais seguro, o governo pode também manter o regime atual; com a única diferença, é claro, de adicionar a internet ao modelo de concessão. Isso significa que eles ficariam submetidos aos padrões de qualidade da Anatel por mais 20 anos – o prazo para o qual os contratos seriam estendidos, para que as operadoras possam amortizar seus investimentos.

Opção 3: concessão e autorização

O último dos modelos segue uma proposta mista, que combina regimes público (concessão) e privado (autorização). Em áreas onde há só uma prestadora, por exemplo, seria seguido o modelo de concessão, uma vez que não há competição. Já em áreas com grande oferta, o modelo a ser utilizado seria o privado, para instigar a competição e os melhores planos.000_mvd6537627

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