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Google sofre novas acusações de racismo por seu serviço de busca

Google "sem querer" está sendo "racista"

Postado no Twitter, um post foi compartilhada por mais de 6 mil usuários em 24 horas no ar e está gerando muita polêmica. O buscador de imagens do Google interpreta os termos “corte de cabelo não profissional para o trabalho” e “corte de cabelo profissional para o trabalho” com um preconceito étnico, um racismo.

Os resultados para o primeiro termo mostram, em sua maioria, mulheres negras com cabelo naturalmente crespo. Já a pesquisa por cortes “profissionais” mostra muito mais mulheres caucasianas de cabelo liso.

“O algoritmo não tem o objetivo de ser imperialista, é claro”, diz Leigh, executivo. “Ele faz o que foi desenvolvido para fazer: refletir o conteúdo que tem à disposição. Mas o sonho de uma web ‘igualitária’ permanece somente isso, e a fantasia de um servo digital verdadeiramente sem preconceitos que nos mostra o verdadeiro tamanho e escopo do mundo ainda não foi realizado”.

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