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Curiosidade! Descubra como funciona os planos de internet estrangeiros

Veja os planos abaixo

A decisão das operadoras Vivo, Oi e Claro de limitarem o usuário no consumo da internet é algo que vem deixando muitos completamente desapontados, só que o maior problema de tudo é que o órgão que serviria para nos ajudar (Anatel), parece concordar com a decisão das operadoras.

Muitos ainda acreditam que isso será um grande ‘monopólio’ proposto pelas operadoras, mas afinal das contas, como funciona a internet em outros países?

Coreia do Sul

Segundo o instituto de pesquisa Akamai, em seu tradicional relatório anual “State of the Internet” de 2015, a internet mais rápida do mundo é a oferecida na Coreia do Sul. A velocidade média de tráfego de dados no país asiático chega a 23,6 Mbps, enquanto, no Brasil, esse número é de 3,4 Mbps. Nesse ranking, aparecemos em 89º lugar, na Coréia não existe limitação da internet.

Estados Unidos

No mesmo ranking em que a Coreia do Sul aparece em primeiro lugar, os Estados Unidos estão em 19º. Por lá, a velocidade média da internet é de 11,9 Mbps e, embora até o Google ofereça serviço de banda larga (em apenas 9 cidades), o mercado é dominado por quatro grandes operadoras: Comcast, AT&T, Time Warner e Verizon, o país permite o uso restrito da internet limitada, isso é algo comum já no país.

Irlanda

Representando a Europa, a Irlanda aparece em segundo lugar no ranking da Akamai com uma velocidade média de internet chegando a 17,4 Mbps. Por lá, não há monopólio e a oferta de operadoras é bem diversificada. Os consumidores podem escolher entre planos limitados e ilimitados, em velocidades que vão de 4 Mbps a 360 Mbps na capital Dublin, por exemplo, o país aceita o uso de limitação de dados.

Argentina

Segundo um outro ranking, mais recente, da Akamai, o acesso à internet na nossa vizinha é mais rápido que o nosso: média de 4,7 Mbps. Em toda a América Latina, a Argentina aparece em segundo lugar entre os países com conexões mais rápidas, enquanto o Brasil é o sétimo colocado. No ranking global, os argentinos não ficam tão longe de nós, na parte mais baixa da tabela: em 75º, existe um limite de dados porém, isso nunca foi cobrado do consumidor.

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